Como foi viajar de férias durante a copa, atrasos de voos, aeroportos e o cão Bob

As coisas ficaram meio paradas por aqui nas últimas semanas mas foi por uma boa causa, férias. Vamos voltar ao trabalho, aproveitando para falar um pouco sobre as férias, como foi que aconteceu na ida, permanência no destino e volta.

Saímos de férias rumo a Recife, Porto de Galinhas, exatamente na época da copa. Tudo que ouvia era que teríamos problemas com atrasos e tumultos nesta data. Mas não foi bem assim.

Saímos de Cuiabá um dia após o primeiro jogo na arena Pantanal. Neste dia já acreditava que seria bem tumultuado. Mas como foi a noite não tivemos muita dificuldade, alguns torcedores do Chile mais exaltados e nada mais.

Chegando em São Paulo no aeroporto de Guarulhos realmente a coisa ficou um pouco mais complicada neste dia, primeiro pelo movimento normal estar aumentado, segundo, por ser o jogo do Brasil naquele dia, por volta de 5 horas depois, estava extremamente lotado, e terceiro, Rio de Janeiro não oferecia condições para pouso, então não embarcava ninguém para este destino, todos se espremiam naquele lugar.

Como nosso destino era Recife não demoramos muito para seguir viagem, mais ou menos 1 hora de atraso, esperava que seria pior, embarcamos no voo da gol para Pernambuco.

Embarcamos. Decolar demorou um pouco mais. Aconteceu algo inusitado. Um cão que estava sendo transportado para a aeronave conseguiu escapar do compartimento e fugiu pelo aeroporto, da janela eu conseguia ver os funcionários tentando pegar o animal, demorou mais lograram êxito na difícil tarefa, e 25 minutos depois o piloto informou que o bob estava novamente no lugar reservado, e o dono do animal, que também estava no seu encalço, entrou ofegante na aeronave.

Lendo sobre o transporte de animais no site do GRU:

“Animais vivos podem ser transportados em aeronaves não cargueiras em compartimento destinado a carga e bagagem. O transporte de animais domésticos (cães e gatos) na cabine de passageiros pode ser admitido desde que transportado com segurança, em embalagem apropriada e sem acarretar desconforto aos demais passageiros. Também é permitido o transporte de cão treinado para conduzir deficiente visual ou auditivo na cabine de passageiros.”

Bob acomodado no seu lugar, decolamos rumo a Recife.

Captura de tela 2014-07-06 01.49.28Chegando ao aeroporto dos Guararapes também não tinha grande movimento, não era dia de jogo na arena Pernambuco, então foi tranquilo por lá. Nosso transporte até porto de galinhas já nos esperava, o motorista fincou o pé no acelerador para chegar na hora de assistir o início do jogo do Brasil pela Televisão. Chegamos no hotel exatamente quando começava a partida.

A estadia no Hotel Enotel foi boa, apesar de termos feito reserva para irmos nas novas áreas do hotel, um grande parque aquático que estaria sendo inaugurado nesta data, mas ainda ficamos na estrutura que já existia, não conseguiram entregar as obras a tempo, mas como tínhamos sido informados sobre este problema, caso resolvido em um acordo prévio, sabíamos que não poderíamos desfrutar ainda das novas dependências do parque.

Brevemente conto mais detalhes sobre o local e como foi a estadia no enotel.

Depois dos esperados dias de descanso, era o momento de partir de volta para casa. E voltava também a dúvida sobre atrasos e tumultos nos aeroportos.

Chegamos no aeroporto dos Guararapes ainda era madrugada, embarcamos tranquilamente sem problemas. Apenas alguns torcedores da Itália cabisbaixos pela recente derrota que tinham sofrido para a surpresa Costa Rica.

Chegando em Guarulhos, a nossa conexão iria demorar um pouco, fomos comer, muitos torcedores também, mas todos tranquilos. Entramos para a sala de embarque e logo estávamos no voo para Cuiabá.

Chegando no aeroporto Marechal Rondon foi relativamente tranquilo, malas demoraram um pouco sair para a esteira. Encontramos bastante torcedores japoneses e colombianos. Inclusive próximo da entrada para a praça de alimentação presenciamos uma acirada discussão entre dois torcedores do mesmo grupo, uma briga interna. Mas ficou apenas no campo das palavras ríspidas. Poderiam ter deixado para lavar roupa em casa.

Tirando este último fato um tanto chato, algum tumulto e um pouco de atraso em Guarulhos na ida, nada anormal, a não ser muitas maquiagens de obras atrasadas.

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